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HSU Series

Hybrid battery current sensor combining Shunt and Hall technologies

LEM HSU – Transdutores de Corrente com Tecnologia Híbrida para Ultra Estabilidade e Precisão Extrema

LEM, líder mundial em sensores de corrente, apresenta a série HSU (High Stability Ultra), que utiliza uma combinação exclusiva de shunt de alta precisão e célula de efeito Hall para oferecer medições com altíssima estabilidade e precisão ao longo do tempo.

Tecnologia Híbrida: Shunt + Efeito Hall

Ao integrar as vantagens do shunt — conhecido pela precisão em medição direta de corrente — com a sensibilidade e isolamento da célula de efeito Hall, a série HSU consegue:

  • Manter uma estabilidade térmica extremamente baixa (< 10 ppm/°C)
  • Reduzir erros por saturação magnética e histerese
  • Garantir alta linearidade e rápida resposta dinâmica
  • Oferecer saída analógica galvanicamente isolada, protegendo o sistema

Essa combinação inovadora resulta em um transdutor de corrente confiável e estável, ideal para medições críticas.

Principais Características Técnicas

  • Faixa de corrente: 100 A a 2000 A
  • Precisão: até ±1 ppm
  • Estabilidade térmica: <10 ppm/°C
  • Tempo de resposta: <1 μs
  • Saída analógica isolada
  • Alimentação bipolar ±15 V
  • Operação entre -10°C e +55°C
  • Calibração rastreável e certificada

Aplicações Típicas

  • Bancos de teste automotivos e industriais
  • Laboratórios de calibração e metrologia
  • Equipamentos para teste de semicondutores (IGBT, SiC, GaN)
  • Sistemas industriais que exigem alta repetibilidade e rastreabilidade

Benefícios da Linha HSU

RecursoVantagem
Tecnologia híbridaCombina precisão do shunt com isolamento e sensibilidade do efeito Hall
Estabilidade de longo prazoMede com alta confiabilidade mesmo após uso prolongado
Alta imunidade EMCMantém precisão em ambientes com interferências eletromagnéticas
Resposta rápidaPermite medições dinâmicas em alta velocidade
Calibração rastreávelFacilita certificação metrológica e controle de qualidade

Vídeo da Série HSU

Confira a apresentação oficial da série HSU da LEM no vídeo abaixo:

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LEM DCES – Medidor de Energia DC

LEM, líder mundial em sensores de corrente e tensão, lançou a nova série DCES, uma linha inovadora de sensores para medição de energia em corrente contínua (DC). Com design compacto, saída digital Modbus RTU e alta precisão, a série DCES é ideal para aplicações modernas que exigem eficiência energética, rastreabilidade e integração com redes industriais.

Principais Vantagens

  • Medição integrada de corrente, tensão, potência e energia
  • Alta precisão: até ±0,2% na tensão e ±0,5% na corrente
  • Interface digital Modbus RTU (RS485)
  • Montagem em trilho DIN
  • Faixa de corrente até 600 A
  • Tensão de operação até 1500 VDC
  • Modelo com ou sem display frontal
  • Operação confiável em -40°C a +85°C

Aplicações Típicas

  • Estações de carregamento de veículos elétricos (EV)
  • Sistemas de armazenamento de energia (ESS)
  • Sistemas fotovoltaicos (PV)
  • Data centers
  • Transporte ferroviário e marítimo com infraestrutura DC
  • Máquinas e equipamentos industriais em DC Bus

DCES’ remote display unit (RDU)

Resumo Técnico

CaracterísticaValor
Corrente nominalAté 600 A DC
Tensão de entradaAté 1500 VDC
Precisão (corrente)±0,5%
Precisão (tensão)±0,2%
Saída digitalModbus RTU (RS485)
InstalaçãoTrilho DIN
Temperatura de operação-40°C a +85°C
ProteçãoIP20
DisplayOpcional

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Novas parcerias de sucesso – Fórmula Tesla UFMG

Buscando sempre dar enfase no constante aprimoramento à qualidade dos produtos e serviços para exceder as expectativas e necessidades dos clientes, firmamos agora mais uma parceria de sucesso com a equipe Fórmula Tesla UFMG.

A Tesla é uma equipe de competição da Universidade Federal de Minas Gerais, sediada em Belo Horizonte. Essa equipe foi criada e formada por alunos de graduação de diversas áreas da Escola de Engenharia da UFMG. Tendo foco principal o desenvolvimento de um veículo da modalidade fórmula, movido a eletricidade.

 

Seus objetivos são divididos em 5 tópicos.

  1. Desenvolvimento de tecnologia e conhecimento acerca da concepção, projeto e fabricação de um protótipo de corrida;
  2. Difundir conhecimento e tecnologias em veículos elétricos, se caracterizando como equipe de projetos open-source;
  3. Formar profissionais que estejam aptos a trabalhar com tecnologia automotiva;
  4. Obter o melhor desempenho possível nas competições de Fórmula SAE Brasil, na categoria Elétrico;
  5. Desenvolver o máximo de tecnologia possível, nacional e sustentável, projetado e construído pela própria equipe.

 

Como representante comercial da marca LEM no Brasil, enviamos amostras de sensores de corrente DHAB S/125 para serem utilizadas no controle de corrente do protótipo NK420. Com esses sensores, a equipe Tesla desenvolverá um sistema de estado de carga (State of Charge) no BMS (Battery Managemment System) e também análises de eficiência para aumentar a performance dos pilotos de acordo com a situação de cada prova.

Para nós é muito gratificante fazer parte desse projeto e poder ajudar de alguma maneira no desenvolvimento de novas tecnologias.

Quer saber mais sobre a empresa? Acesse: https://formulateslaufmg.wixsite.com/teslaufmg?fbclid=IwAR2icxHO-5uZgsC-IR8qnVS6Mrto0NQADj9T4NwDLxjVKaeZ230goADkXvw

 

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Novas tecnologias são a chave do sucesso para os veículos elétricos

A infraestrutura de carregamento para veículos elétricos será o fator chave para assegurar uma transição suave para a mobilidade eletrônica. É aqui que cinco tecnologias desempenharão um papel vital na infraestrutura de carregamento de EV: carregamento inteligente (incluindo tecnologia V2G de veículo para rede), carregamento de EVs a partir de painéis fotovoltaicos, carregamento (ultra) rápido, carregamento sem contato e carregamento on-road de EVs.

Fig. 1: Topologia do conversor de energia

 

 

Com o uso de carregamento inteligente, a potência e a direção de carregamento do EV podem ser continuamente controladas. O carregamento inteligente de EVs pode fornecer vários benefícios para o proprietário do EV e para os provedores da infraestrutura de carregamento de EV, como redução da demanda de pico na rede e redução de custos. A fim de garantir que a utilização de veículos elétricos resulta em emissões líquidas zero de CO2, é importante que a infra-estrutura de carregamento venha tudo / maioria de sua energia a partir de fontes de energia renováveis.

 

É aqui que os custos decrescentes de painéis fotovoltaicos (PV) ao longo dos anos e da facilidade de integração na rede de distribuição desempenham um papel fundamental. Locais de trabalho como edifícios de escritórios e áreas industriais são ideais para facilitar o carregador solar dos EVs, onde os telhados e estacionamentos podem ser instalados com painéis fotovoltaicos.

 

Existem várias vantagens adicionais de carregar EVs de painéis fotovoltaicos: A bateria de EV pode ser usada como uma unidade de armazenamento de energia para PV e reduzir a energia e demanda de pico de energia na rede, pois a energia de carregamento de EV é gerada localmente a partir de PV.

 

Com relação ao carregamento (ultra) rápido, os novos EVs são projetados para suportar alta potência e novos padrões estão sendo desenvolvidos com carregamento de 350 kW para o mercado da UE. Pesquisas estão sendo conduzidas, sobre a arquitetura do carregador rápido e componentes eletrônicos de potência, os quais proporcionam mais vantagens mais competitivas considerando o desenvolvimento do produto (custo, fabricação, operabilidade, compacidade, eficiência de energia, etc.)

 

A nova questão de pesquisa levantada é como maximizar a utilização da potência instalada do carregador EV. Por esse motivo, um conceito de multiportas, carregador rápido flexível e inteligente que apresenta vários pontos de carregamento de saída através da implementação de técnicas de multiplexação, programação e carregamento simultâneo é desenvolvido. (consulte a Figura 2).

Fig. 2: Carregador DC multiportas rápido modular para carregamento de vários EVs

 

 

O carregamento sem contato de EVs usando Transferência Indutiva de Potência (IPT) e o carregador rodoviário é uma tecnologia que está se tornando cada vez mais aceitável como um recurso importante de carregamento autônomo e um elemento chave que permite a condução autônoma de EVs.

Essa tecnologia usa a transferência de energia eletromagnética entre cargas de acoplamento fracamente acopladas, que são colocadas com um espaço de ar entre elas. Um diagrama de blocos desse sistema é mostrado na Figura 3.

 

Fig. 3: Diagrama de blocos de um sistema baseado em EV IPT destacando os vários estágios de conversão de energia

 

Autor: Prof. Dr. eng. Pavol Bauer, Delft University of Technology
PCIM Europe Insights
Fonte: https://download.mesago.de/PCIM/2019/PCIM_Insights_1018_EN.pdf

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Carro Elétrico

Os carros elétricos há um tempo ganham as ruas de nações como China, Japão, União Europeia, Estados Unidos e Canadá. No Brasil, essa inovação também está presente. Carros elétricos já eram testados em empresas brasileiras há alguns anos, porém somente em 2018 que o mercado desses veículos ganhou força e começou a estar disponível para a grande população.

Devido à nova e cara tecnologia empregada no veículo, a falta de incentivos e o monopólio petrolífero, os modelos elétricos e híbridos chegaram ao consumidor brasileiro com um altíssimo custo, a partir de R$ 130.000,00.

A perspectiva é que os modelos à combustão, ao longo do tempo, sejam substituídos pelos seus primos híbridos e elétricos.

Acredita-se que no Brasil, seja notada uma quantidade significativa de carros elétricos em torno de 2030, pois com os avanços tecnológicos e prováveis incentivos governamentais, os valores destes carros se equiparariam aos valores dos carros tradicionais à combustão.
Para saber quais as principais vantagens e desvantagens dos carros elétricos e como eles irão mudar a mobilidade urbana, continue a leitura até o final.

 

Vantagens e Desvantagens 

Vantagens: 

● Baixo barulho e sem poluição

É incontestável, se ocorrer uma substituição dos carros à combustão para carros elétricos, principalmente em grandes centros urbanos, será notada uma melhora significativa na saúde da população por conta da grande redução da emissão de gases poluentes e nos níveis de ruídos, pois o carro elétrico, diferente do à combustão, quase não emite som, devido ao seu sistema energético que funciona com baterias, sem a necessidade da explosão de combustível fóssil antes presente nos modelos tradicionais de carros.

● Alto desempenho

Outro ponto forte dos carros elétricos é seu alto desempenho, por possuir um sistema de entrega energética mais simples e direto, o modelo elétrico evita diversas perdas mecânicas, existentes nos modelos à combustão, que por sua vez afeta diretamente na potência e toque nas rodas. Explicando em uma linguagem menos formal, “pisou, respondeu”, o carro não tem aquele “delay” que apresenta nos carros tradicionais, assim proporcionando uma experiência mais prazerosa ao conduzir seu veículo.

● – Menor custo por km rodado 

Em diversas ocasiões, o rendimento de um carro tradicional, principalmente em altas velocidades, é melhor que do carro elétrico. Como o valor da energia elétrica é muito inferior ao valor de combustíveis fósseis ou biocombustíveis, este rendimento é compensado por esta grande diferença de valores.

Desvantagens:

● Alto valor de mercado

Por se tratar de uma nova tecnologia (alto custo), somando com falta de incentivos governamentais e a enorme influencia do monopólio petrolífero no Brasil, o valor de mercado para veículos elétricos partiu-se de R$130.000,00, preço este, de um carro de alto padrão em nosso mercado. Porém os modelos elétricos oferecidos atualmente equiparam a um carro popular/médio.

● Baixa autonomia

Por mais que venha melhorando a cada geração de carros elétricos e suas baterias, a questão de autonomia ainda é a que mais afugenta potenciais compradores.
Modelos e suas respectivas autonomias (condições ideais):

BMW I3

300KM

Renault Zoe

300 KM

Nissan Leaf

378 KM

Chevrolet Bolt

383 KM

Tesla X*

613 KM

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*Modelo e marca não comercializado no Brasil.
Modelos à combustão tem em média uma autonomia de 400 a 700 Km.
Com isso, os carros elétricos ficam mais limitados ao uso urbano.

Para viagens longas, é preciso adotar ao menos um modelo híbrido (elétrico e à combustão), como o Toyota Prius, que promete 812 km.

 

● Falta de padronização e infraestrutura

Os principais entraves para a disseminação e utilização dos veículos elétricos no Brasil é a falta de padronização do tipo de plug para carregamento dos veículos elétricos, cada fabricante utiliza o seu de acordo com a norma criada para atender a segurança do usuário e do veículo, e sem essa padronização não é possível ser criado uma infraestrutura de uma rede de estações de carregamento eficientes para os veículos elétricos; é possível ser criado, más com um alto custo, disponibilizando em cada estação de carregamento dois ou três diferentes tomadas para os diversos plugs existentes.
Esse tipo de norma tem que ser feito pelos órgãos normativos brasileiros, junto com o governo e os fabricantes, de tal forma que padronize os plugs e a partir daí a rede de estações possam ser criadas para atender a demanda.

 

Emissão zero, mas a geração da energia será limpa?

Esse é um dos pontos mais controversos da chamada propulsão limpa.
Se a comparação for meramente pelo que sai do escapamento, realmente os elétricos levam grande vantagem, ou mesmo os híbridos, que só usam ocasionalmente o propulsor a gasolina.
Como na maioria das nações a geração de energia elétrica é proveniente de usinas termoelétricas/termonucleares e por combustível fóssil, não existe uma grande vantagem na substituição de carros à combustão por carros elétricos, pois somente iria alterar a quantidade de poluentes em certas regiões, porém a emissão seria praticamente a mesma.
O Brasil até leva vantagem nesse ponto, pois a maior parte da energia gerada vem de hidrelétricas.
E o ideal é que essa demanda seja abastecida por fontes renováveis e não poluentes.
Caso contrário, quase não haverá vantagem ambiental na troca da combustão pela eletrificação.
Outro fator que deve ser levado em conta é o aumento da produção de baterias, as baterias são feitas principalmente de Lítio e um grande aumento da produção exige uma demanda maior do material, encarecendo o produto final.
Além do Lítio, para a fabricação de baterias são utilizados alguns minérios específicos  extraídos de terras raras, como disprósio, lantânio, neodímio e praseodimínio.

O nome já diz tudo: terras raras. E sua extração não costuma ser benéfica ao meio ambiente.

Conclusão: 

Assim constatamos que os carros elétricos possuem muito potencial e inúmeras vantagens à serem utilizados. E que cada vez mais com o avanço tecnológico fica evidente sua vantagem com relação ao carro à combustão.

Fonte: https://quatrorodas.abril.com.br/noticias/os-pros-e-contras-do-carro-eletrico/